segunda-feira, 21 de junho de 2010

Bibliotecas públicas têm até o dia 25 de junho para solicitar computador com internet

Parceria entre o Ministério da Cultura e o das Comunicações permite que estabelecimentos recebam Telecentros Comunitários. Cadastro se encerra no próximo dia 25. 

            Uma parceira entre os ministérios da Cultura e Comunicações vai levar computadores com internet a todas as bibliotecas públicas municipais. Pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo MinC, revelou que 45% dos estabelecimentos não possuem computador com internet.  Aquelas que ainda não receberam o Telecentro Comuntário devem se cadastrar no site do Ministério das Comunicações até a próxima sexta-feira (25 de junho).

            O acordo prevê que todas as bibliotecas públicas municipais implantadas ou modernizadas pelo Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, recebem o kit de instalação do Telecentro Comunitário – 11 computadores conectados à internet banda larga. A pesquisa da FGV descobriu que 420 cidades brasileiras não têm bibliotecas e o MinC está implantando o equipamento nestes municípios. 

Além das bibliotecas implantadas ou modernizadas pelo MinC, todas as bibliotecas públicas municipais – e não escolares - que desejarem receber o telecentro devem cadastrar a solicitação no portal do Ministério das Comunicações até o próximo dia 25 de junho.

A iniciativa faz parte do programa de Inclusão Digital do Governo Federal, que vem realizando um grande esforço para diminuir o número de brasileiros sem acesso à internet. Até o momento, já foram entregues 7 mil telecentros para 5.480 municípios, o que significa que 98,25% dos municípios do Brasil já contam com pelo menos um Telecentro Comunitário. A contrapartida municipal é a disponibilização do espaço físico dentro da biblioteca para instalação dos equipamentos e de monitores para atendimento ao público.

Neila Baldi | Imprensa

Diretoria de Livro, Leitura e Literatura / SAI - Ministério da Cultura

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Quase metade dos brasileiros tem excesso de peso

Índice de adultos obesos chega a 13,9%. Ministério da Saúde investe na promoção de saúde e atividade física

O índice de sobrepeso e obesidade da população brasileira avançou nos últimos quatro anos. Levantamento mais recente do Ministério da Saúde aponta que, de 2006 a 2009, a proporção de pessoas com excesso de peso subiu de 42,7% para 46,6%. O percentual de obesos cresceu de 11,4% para 13,9% no mesmo período. Os dados fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.

A Vigitel 2009 aponta que 51% dos homens e 42,3% das mulheres têm excesso de peso. A ocorrência do problema está relacionada a fatores genéticos, mas há uma influência significativa do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados no decorrer da vida. Entre os homens, a situação é mais comum a partir dos 35 anos, mas chega a 59,6% de 55-64. Na população feminina, o índice mais que dobra na faixa etária dos 45 aos 54 anos (52,9%) em relação a 18-24 anos (24,9%).

Já a prevalência da obesidade entre homens quase triplica do grupo etário de 18 a 24 anos (7,7%) para 55 a 64 anos (19,9%). Quando se levam em consideração só as mulheres, o índice aumenta mais de três vezes na comparação das duas faixas etárias: de 6,2% para 21,3%.

A coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, analisa que o expressivo crescimento no número de pessoas com sobrepeso e obesas, em um curto período, é uma tendência mundial. "O Brasil não está isolado nessas estimativas. É mais um reflexo da queda no consumo de alimentos saudáveis e a substituição deles por produtos industrializados e refeições pré-prontas", comenta.

AÇÕES DE PREVENÇÃO – Além do excesso de peso, uma alimentação pouco balanceada aliada ao sedentarismo pode contribuir com o aparecimento de doenças crônicas. De acordo com a Vigitel 2009, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes. O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.

Para reduzir o número de obesos, hipertensos e diabéticos, o Ministério da Saúde busca prevenir os problemas que começam na mesa e nos hábitos do brasileiro. As equipes da Estratégia Saúde da Família, que alcançam cerca de 100 milhões de pessoas, orientam as famílias a ter padrões alimentares saudáveis. Desde 2006, a Política Nacional de Promoção da Saúde estimula a realização de atividades físicas em 1,5 mil municípios.

Somente no período de 2006 a 2009, foram repassados R$ 122,4 milhões a todas essas cidades que integram a Rede Nacional de Promoção da Saúde com essa finalidade. Em 2010, serão outros cerca de 50 milhões para a sustentabilidade da Rede de Promoção.

"Nós repassamos recursos regularmente para as Secretarias Municipais oferecerem exercícios físicos para a comunidade. O dinheiro também é usado para capacitar os profissionais de saúde a orientar as atividades corporais e lúdicas", explica Deborah Malta, do Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde também lançou em 2006 o Guia Alimentar para a População Brasileira. Trata-se da primeira vez que foi lançada uma orientação oficial para gestores, profissionais de saúde e população sobre alimentação saudável. Ainda, nutricionistas foram inseridos no apoio às equipes de saúde da família, com a criação do Núcleo de Apoio ao Saúde da Família (Nasf). Atualmente 1.132 unidades do Nasf estão habilitadas em todo o país. Além disso, por meio do Saúde na Escola, leva orientação à estudantes.

SAIBA MAIS

Os índices de excesso de peso são calculados com base no Índice de Massa Corporal (IMC). Qualquer pessoa pode descobrir qual é o próprio estado nutricional com base no peso e na altura. Esse cálculo vale para quem tem de 20 a 60 anos. 

                   P (peso)
IMC = _______________
         A
² (altura x altura)
 
 

IMC (kg/m²)
Estado Nutricional
Menor que 18,5
Baixo peso
18,5 a 24,99
Peso adequado
25 a 29,99
Sobrepeso*
Maior que 30
Obesidade*

* Considera-se excesso de peso para IMC a partir de 25, o que inclui sobrepeso e obesidade.

 
Proporção de excesso de peso (%)
Tabela das capitais – Vigitel 2009
 
Aracaju
47,4
Belém
44,2
Belo Horizonte
39,9
Boa Vista
49,1
Campo Grande
50,8
Cuiabá
46,7
Curitiba
45,5
Florianópolis
45,0
Fortaleza
47,0
Goiânia
45,8
João Pessoa
42,9
Macapá
43,5
Maceió
41,5
Manaus
45,6
Natal
45,5
Palmas
37,7
Porto Alegre
46,1
Porto Velho
48,8
Recife
45,6
Rio Branco
52,2
Rio de Janeiro
50,4
Salvador
45,3
São Luís
40,3
São Paulo
50,5
Teresina
39,4
Vitória
46,3
Distrito Federal
36,2
 
Proporção de obesidade (%)
Tabela das capitais – Vigitel 2009
Aracaju
16,4
Belém
12,8
Belo Horizonte
11,2
Boa Vista
12,7
Campo Grande
17,3
Cuiabá
13,9
Curitiba
12,9
Florianópolis
12,7
Fortaleza
15,3
Goiânia
11,4
João Pessoa
12,3
Macapá
15,1
Maceió
13,1
Manaus
15,0
Natal
13,3
Palmas
8,8
Porto Alegre
14,3
Porto Velho
17,6
Recife
13,8
Rio Branco
17,1
Rio de Janeiro
17,7
Salvador
15,2
São Luís
12,1
São Paulo
13,1
Teresina
12,1
Vitória
13,1
Distrito Federal
9,3
 
 
Diego Iraheta | Agência Saúde

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Pesquisa aponta que 18,9% da população brasileira exagera na bebida

Ministério da Saúde articula ações restritivas ao consumo de álcool. Iniciativa foi fundamental para a publicação da Lei Seca, que já evitou mais de duas mil mortes

Os brasileiros relatam cada vez mais episódios de exageros com bebida. A proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. Os dados fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.

O Ministério da Saúde considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres. O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina. No ano passado, 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais.

"Esse nível de consumo de bebida é bastante elevado e preocupante, pois é fator de risco para acidentes de trânsito, violência e doenças. Mas nem sempre isso é lembrado porque o álcool está presente na cultura brasileira, associado ao lazer e à celebração", interpreta a coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta. Ela ressalta que, considerando apenas a população masculina, o índice do Brasil (28,8%) é superior ao do Chile (17%), Estados Unidos (15,7%) e Argentina (14%).

De acordo com a Vigitel 2009, o consumo abusivo de bebida alcoólica é mais frequente entre os jovens de 18 a 24 anos (23%). À medida que a idade avança, o número de exageros diminui. De 45 a 54 anos e de 55 a 64 anos, 17% e 10,5% da população relatam que beberam em excesso, respectivamente.

COMBATE – No intuito de frear o consumo de álcool, o Ministério da Saúde apoia medidas mais restritivas como a proibição da propaganda de cervejas e a elevação no preço das bebidas. Essas ações foram incluídas na estratégia global da Organização Mundial da Saúde (OMS) contra o problema, anunciada em maio na Suíça. A OMS informa que abusos no consumo de bebida alcoólica matam por ano 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo.

A "Lei Seca", que reduziu a zero a tolerância entre álcool e direção, é fruto de uma ampla articulação do Ministério da Saúde. Após dois anos em vigor, as mortes provocadas por acidentes de trânsito caíram 6,2% no período de 12 meses após a Lei Seca, quando comparado aos 12 meses anteriores à Lei. Esse índice representa 2.302 mortes a menos em todo o país, reduzindo de 37.161 para 34.859 o total de óbitos causados pelo trânsito.

"Precisamos avançar no marco regulatório do álcool, da mesma forma que estamos fazendo em relação ao tabaco. É necessário proteger vidas", destaca Deborah Malta. Atualmente tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que inclui a cerveja no rol de bebidas alcoólicas cuja publicidade é proibida.

SOBRE A VIGITEL

A pesquisa é realizada anualmente desde 2006 pelo Ministério da Saúde. Os dados são coletados e analisados por meio de uma parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP).

 Proporção de consumo abusivo de álcool (%)
Tabela das capitais – Vigitel 2009
Aracaju
20,2
Belém
21,3
Belo Horizonte
22,2
Boa Vista
23,5
Campo Grande
19,1
Cuiabá
17,8
Curitiba
13,9
Florianópolis
17,7
Fortaleza
21,7
Goiânia
18,9
João Pessoa
19,1
Macapá
23,9
Maceió
22,7
Manaus
16,6
Natal
18,2
Palmas
18,9
Porto Alegre
16,8
Porto Velho
20,6
Recife
18,0
Rio Branco
14,1
Rio de Janeiro
21,0
Salvador
25,6
São Luís
21,3
São Paulo
14,4
Teresina
22,8
Vitória
22,1
Distrito Federal
20,2
 
 
 
Diego Iraheta - Agência Saúde

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Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa

 "Imprimir é dar Vida":

 Entidades lançam Campanha de Valorização do

Papel e da Comunicação Impressa

 

 A Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa, realizada em ação dos representantes da cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa, será oficialmente lançada no dia 24 de junho, às 9h, na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) — Avenida Paulista, 1.313, 4º andar.

 

A iniciativa objetiva informar corretamente à opinião pública sobre a origem do papel usado para impressão. O objetivo da campanha é esclarecer que o uso de papel para impressão não provoca desmatamento no Brasil. Isto porque, no País, a produção da celulose e do papel são originários de florestas plantadas em áreas destinadas, exclusivamente, para este fim, ou seja, culturas como tantas outras destinadas à agricultura.

 

Por diversas razões – desconhecimento da realidade, intenção de valorizar as mídias, marketing comercial e social, dentre outras -, há empresas, instituições e ONGs instrumentalizando a opinião pública contra a comunicação impressa. Assim, a meta da campanha é difundir, de modo amplo, os conceitos corretos da produção de papel destinado à impressão, mostrando que esse insumo não tem relação com a destruição de florestas e devastação ambiental, mas, sim, com o plantio de árvores para esse fim.

 

Além disso, o plantio de árvores para finalidade de uso industrial proporciona um ganho adicional para o Meio Ambiente: as florestas cultivadas com o propósito de produzir madeira para a fabricação de papel e celulose são absolutamente sustentáveis, e seu manejo permite manter grandes áreas plantadas, e que, sobretudo, na fase inicial de seu desenvolvimento, retiram significativa quantidade de CO2 (maior causador do chamado efeito estufa) da atmosfera – no Brasil, por exemplo, essas florestas absorvem 1 bilhão de toneladas de carbono da atmosfera por ano, de acordo com a Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel).

 

O evento de lançamento

 

Com o mote "Imprimir é dar Vida", as entidades da cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa almejam informar à sociedade sobre seu compromisso com o meio ambiente e suas práticas de produção. A campanha pretende esclarecer dúvidas e, principalmente, trazer à luz da verdade algumas questões ligadas à sustentabilidade.

 

O evento de lançamento da Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa contará com uma apresentação sobre a produção sustentável do papel e da celulose no Brasil com um dos maiores especialistas na área, Sebastião Renato Valverde, professor do departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (MG).

 

Além disso, haverá uma exposição da campanha e suas ações, que incluem site de esclarecimento da iniciativa (www.imprimiredarvida.org.br) e peças publicitárias – que, inicialmente, serão disponibilizadas às mídias da rede participante da campanha.

 

Também na ocasião será apresentado manifesto de apoio à campanha, assinado por vinte entidades da cadeia produtiva, incluindo dos diversos segmentos da indústria gráfica (embalagem, formulários, etiquetas etc.), e dos setores de celulose e papel, livros, revistas, máquinas e insumos, além das áreas de publicidade, propaganda e marketing.

 

Os signatários do documento são: ABAP, ABIEA, ABEMD, ABIGRAF, ABIMAQ, ABITIM, ABPO, ABRAFORM, ABRELIVROS, ABRO, ABTCP, ABTG, AFEIGRAF, ANATEC, ANAVE, ANDIPA, ANER, BRACELPA, CBL e FIESP.

 

A cadeia produtiva do papel e da comunicação impressa é composta por cerca de 83 mil empresas, que empregam juntas 588 mil pessoas, representando um faturamento bruto de 85 bilhões de reais.

 

Programação de lançamento da Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa, no dia 24 de junho:

 

9h00Café da manhã.

9h45Abertura do Evento.

9h50Apresentação Mário César de Camargo, presidente da Abigraf Nacional (Associação Brasileira da Indústria Gráfica).

10h00Palestra de Sebastião Renato Valverde, professor do departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (MG).

10h20 Apresentação da Campanha.

11h00 Encerramento.

  

Camila Del Nero | Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Terra Legal faz balanço e destaca avanços

A 6ª Reunião Ordinária do Grupo Executivo Interministerial (GEI) do Programa Terra Legal realizada hoje (17) em Brasília apresentou um balanço sobre os resultados do programa em seu primeiro ano de atividades. Os dados apresentados revelam que o monitoramento ambiental realizado pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), com base em dados de alertas do Deter (Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real), resultou na redução de 33% na quantidade de áreas desmatadas, o que representa a preservação de 40.529 hectares de floresta, na comparação entre os períodos de março de 2008 a fevereiro de 2009 e os 12 meses seguintes.

Segundo o secretário executivo do Terra Legal e coordenador do GEI, Carlos Guedes, a parceria do Sipam foi determinante não apenas no monitoramento ambiental, mas sobretudo participando da Rede de Inteligência Fundiária. Guedes explica que a prevenção de fraudes é fundamental para o respeito e sucesso do processo de regularização. "Entre as ações de Inteligência que contaram com o apoio decisivo do Sipam, uma foi a que identificou um grupo que utilizava uma página na internet para tentar vender terras públicas", afirma Carlos Guedes.

O diretor-geral do Sipam, Rogério Guedes, que representa a Casa Civil no GEI, também lembrou a participação do órgão na coordenação dos mutirões, realizados em 2009. Ontem (16), Rogério foi um dos convidados a entregar títulos de propriedade na solenidade que marcou um ano do Programa Terra Legal, durante a abertura da VII Feira da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que acontece em Brasília até o próximo dia 20.

Segurança jurídica

Convidado para falar sobre as ações e preocupações do Conselho Nacional de Justiça para o processo de regulariza fundiária, o secretário geral adjunto do CNJ, Marcelo Berthe, enumerou as questões que o Conselho considera fundamentais para o bom resultado do Terra Legal. Uma delas é o georreferenciamento, parte do programa que também conta com o apoio do Sipam, e que identifica espacialmente a localização, os limites, o tamanho e as condições em que se encontram as propriedades que serão regularizadas.

Berthe lembrou que propriedade não regularizada é terra de ninguém e, portanto, está mais suscetível a ser desmatada. Por outro lado, terra com mais de um proprietário é uma potencial zona de conflito. O secretário destacou que a segurança jurídica é fundamental, mas não basta entregar um título de propriedade. "É necessário fortalecer o sistema de registro de imóveis e assegurar que o título seja oficializado. É preciso realizar concursos públicos para o provimento desses cartórios e, sobretudo, capacitar os servidores para que eles saibam como efetuar o registro dos imóveis, de acordo com a lei. Por fim, cabe ao Poder Judiciário a tarefa de fiscalizar esses cartórios. Para isso, é importante que existam juízes especializados nessa matéria, que conheçam profundamente o tema", finaliza Berthe.

A reunião contou com a presença de representantes dos estados da região amazônica e dos ministérios e órgãos federais e estaduais que participam do GEI. O balanço também destacou que o Terra Legal espera entregar títulos a 80 mil famílias até 2011. Nos municípios em que as ações já iniciaram, já foram cadastradas 66 mil ocupações, numa área de 7,5 milhões de hectares.

Assessoria de Comunicação Social do Sipam

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APM promove simpósio sobre câncer de mama e biologia molecular

Em 17 de junho, a Associação Paulista de Medicina promove um encontro voltado aos médicos mastologistas sobre o tratamento do câncer de mama, palestrado pelo vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, dr. César Cabello e tendo como co-responsável o dr. Renato Torresan. O evento trará recentes estudos que relacionam a Biologia Molecular e a genética à prevenção do câncer de mama. Segundo o coordenador do evento e presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia dr. Ivo Carelli, o objetivo do encontro é atualizar os médicos e trocar experiências.

 

Isso porque, estes estudos têm auxiliado na prevenção primária do câncer de mama. "O objetivo é sempre fazer uma atualização para esses grupos de colegas que tratam dessa doença, para torná-los constantemente atualizados. Essa é uma das metas da Sociedade Brasileira de Mastologia", afirma dr. Ivo.

 

Segundo ele, o estudo da Biologia Molecular e Genética relacionada à doença surgiu no momento que médicos conseguiram identificar o caráter do tumor por meio das interações entre sistemas moleculares. Há alterações nos genes capazes de aumentar de forma significativa o risco da mulher desenvolver câncer de mama ao longo da vida (50-80%).

 

"Constatou-se que de 5% a 10% das portadoras da doença podem ter mutação genética. Assim, em uma família com alta incidência de câncer, pode-se verificar se uma filha ou irmã, por exemplo, também possuem mutação, aumentando o cerco à doença por meio de medidas preventivas. Ou seja, a genética seleciona a predisposição e o tipo de câncer e a biologia molecular detecta como vai evoluir uma paciente e os riscos", explica o especialista.

 

No Brasil a pesquisa de alterações genéticas em pacientes de alto risco ainda é rara e de difícil acesso à maioria das pacientes. As instituições públicas, em geral, não disponibilizam esse exame devido ao seu alto custo.

 

Simpósio de Mastologia

Data: 17 de junho de 2010

Horário: 20h às 22h

Local: APM

Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 278 - São Paulo - SP

Informações e inscrições: (11) 3188-4281

E-mail: inscricoes@apm.org.br

 

Acontece Comunicação e Notícias 


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terça-feira, 15 de junho de 2010

TIM abre inscrições em todo Brasil para o Estágio Sem Fronteiras

Programa abre cerca de 200 vagas para o segundo semestre 

Belo Horizonte, 14 de junho de 2010 – Jovens universitários em busca de desafios e oportunidades de crescimento podem se inscrever no programa Estágio Sem Fronteiras da TIM. São cerca de 200 vagas para os universitários de todo Brasil de 21 cursos. Entre eles estão Administração, Comunicação, Economia, Informática, Engenharia, Estatística, Ciências Contábeis, Análise de Sistemas, Pedagogia e Sociologia. O cadastramento é feito pelo site www.tim.com.br (Sobre a TIM / RH) até o dia 1º de julho.

O objetivo do novo programa é atrair os melhores estudantes do mercado que formarão um banco de talentos para aproveitamento interno. O grande diferencial é a prioridade que a TIM dá à contratação de estagiários e o alto percentual de efetivação - 30% só em 2009 -, e também o foco cotidiano em atividades que garantem desenvolvimento profissional.

O perfil procurado é de jovens criativos, determinados, que estão à procura do novo e gostem de desafios e metas. O Estágio Sem Fronteiras oferece crescimento profissional, reconhecimento e formação diferenciada, o que significa maior empregabilidade para os estagiários.

"Este programa quer mostrar um salto a respeito das práticas existentes no mercado e na própria TIM no passado. A nossa intenção é alavancar o programa de estágio como uma triagem para a contratação de jovens com alto potencial de crescimento profissional. A nossa estratégia é desenvolver uma série de iniciativas que compartilham a filosofia Sem Fronteiras, sendo que os nossos melhores estagiários serão os candidatos dos futuros programas Talentos Sem Fronteiras", diz Beniamino Bimonte, Corporative Support Officer da TIM Brasil.

Para participar, os estudantes precisam estar a um ou dois anos da formatura, além de ter bom rendimento acadêmico e conhecimentos avançados em inglês e informática. O processo seletivo inclui triagem de currículos no site, testes online, dinâmica de grupo, redação e entrevista individual com a área de Recursos Humanos da TIM Brasil. O processo é concluído com uma entrevista com o gestor da área de interesse do candidato.

A carga horária dos estagiários da TIM é de 30 horas semanais e o período pode se estender por até dois anos. O estágio oferece bolsa-auxílio compatível com o mercado, vale-refeição, vale-transporte integral e celular funcional.

Márcia Misson | TIM

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Por uma boa Copa - Distância correta da TV e penumbra para ver bem os gols do Brasil

Oftalmologista alerta para a relação de distância que deve ser mantida entre a tela da televisão e os olhos do espectador

Milhares de pessoas se preparam para assistir aos gols da Seleção Brasileira em maior formato e melhor definição de imagem, com as novas e modernas TV´s disponíveis no mercado. O oftalmologista André Rangel, do Hospital Santa Clara, alerta para a relação que deve ser observada entre o tamanho das telas e a distância saudável aos olhos do espectador.

O médico aconselha a levar em consideração a distância entre a TV e o torcedor. "O recomendável é uma distância de pelo menos cinco vezes a amplitude da tela. Menos do que isso pode causar desconforto", orienta.

Ele garante que mais do que torcer, o telespectador deve mesmo é piscar os olhos. "Quando estamos em estado de maior concentração assistindo TV, por exemplo, piscamos com menor frequência, logo a lubrificação do olho é prejudicada, causando desconforto", diz. 

Dr. André Rangel ainda recomenda uma pausa. "É recomendável descanso de 10 minutos a cada duas horas, ou seja, é bom parar no intervalo da partida para garantir uma boa visão nos últimos minutos". 

Posição

O oftalmologista também recomenda que a TV esteja posicionada na altura dos olhos. "A altura recomendável é a que não exige erguer ou abaixar muito a cabeça", finaliza.

Iluminação
Quanto à iluminação do ambiente, o médico diz que o correto é ajustar o contraste e brilho da tela em relação ao ambiente, pois uma grande diferença de contraste causará desconforto visual. Por isso, a penumbra é mais confortável aos olhos e recomedável para assistir televisão.

Lead Comunicação

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