Assessoria de Comunicação Social MDA/Incra
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Discussão sobre inovação e sustentabilidade traz Sarah Severn, diretora da Nike, para a Conferência do Ethos
Aron Cramer, presidente do BSR - Business for Social Responsibility, e William Blackburn, da William Blackburn Consulting, são os outros debatedores
São Paulo, abril de 2010 - A INOVAÇÃO DEVE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO não apenas o seu impacto no mercado, mas também de que forma ela dialoga com o meio ambiente e com a sociedade. Afinal, inovar também compreende pensar de forma sustentável. De que forma a inovação e a tecnologia podem trazer benefícios para o meio ambiente e sociedade? Estamos preparados para adotar inovações que alteram profundamente nosso modo de vida? Estas são algumas das perguntas sobre as quais Sarah Severn, William Blackburn e Aron Cramer vão refletir, durante o painel "Sustentabilidade em produtos, processo e no modelo de negócios: desafios e avanços", que vai se realizar no dia 13 de maio, das 11h às 12h30.
William Blackburn é fundador e presidente da William Blackburn Consulting, uma das pioneiras em desenvolver projetos de sustentabilidade para empresas. Aron Cramer é fundador e atual presidente do BSR - Business Social Responsibility, nos EUA. Sarah Severn é diretora de desenvolvimento corporativo sustentável da Nike, empresa para a qual trabalha desde 1993.
Este ano, a Conferência Internacional Ethos vai se realizar entre os dias 11 e 14 de maio, no Hotel Transamérica, em São Paulo. O tema é "O Mundo Sob Nova Direção. Sustentabilidade: O Novo Contrato da Sociedade com o Planeta" que busca discutir o efetivo papel das empresas na construção de uma economia verde, inclusiva e responsável. Como referência para as discussões, será adotada a Carta da Terra, uma declaração universal dos princípios éticos fundamentais para uma sociedade mais justa, sustentável e pacífica, construída com a participação de milhares de organizações da sociedade civil do mundo todo.
A Carta da Terra está estruturada em quatro princípios fundamentais que devem nortear a conduta de indivíduos, empresas, governos e entidades transnacionais. São eles: respeitar e cuidar da comunidade da vida; integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia, não-violência e paz. A programação da Conferência Internacional Ethos 2010 está calcada nestes quatro princípios.
As inscrições para a Conferência Internacional 2010 do Ethos estão abertas e devem ser feitas apenas pelo site www.ethos.org.br/ci2010
Como atividade paralela, a Conferência também conta com a terceira edição da Mostra de Tecnologias Sustentáveis, aberta ao público gratuitamente, mediante inscrição no site www.ethos.org.br/mostra2010.
A Conferência Internacional 2010 é uma realização do Instituto Ethos e do Uniethos. Patrocinadores: Banco do Brasil, Vale, Shell, CPFL, Itaú /Unibanco, Alcoa, ArcelorMittal, Bradesco, Grupo Carrefour Brasil, Fiat, Infraero, Tam Parceiros: Instituto Akatu, BSR, Fórum Empresa, Global Reporting Initiative, Nossa São Paulo, SustainAbility, Volans, The Global Compact, The Earth Charter Initiative. Apoio: Abril, CDN, CoCriar, d´lippi print, Maxpress, Geração Sustentável, Revista Horizonte, Idéia Socioambiental, Odyssey, Revista Plurale, Página 22, Planeta Voluntários, Scientific American.
Instituto Ethos - Assessoria de Imprensa
Cristina Spera
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coletivo de imprensa
Saúde distribuirá material com orientações para população atingida por chuvas no Rio de Janeiro
Cartilhas, folders, spots de rádio e internet trazem informações sobre manuseio de água e alimentos, cuidados com higiene pessoal e sintomas de doenças. Distribuição começou neste sábado
O Ministério da Saúde distribuirá a partir deste sábado (10/4) materiais informativos para orientar a população do estado do Rio de Janeiro, atingido por violentas chuvas nos últimos dias. Serão distribuídas 100 mil cartilhas para as pessoas em situação de abrigo e 500 mil folders para a população em geral do estado. O material contém principalmente orientações sobre manuseio de água e alimentos, cuidados com higiene pessoal e de prevenção e sintomas de doenças decorrentes das enchentes e acidentes relacionados. Nas principais rádios da cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana, serão veiculadas mensagens de alertas para pessoas em risco de saúde por causa dos temporais. As ações de prevenção e orientação também serão disponibilizadas pela Internet e redes sociais.
Em solidariedade às vitimas das fortes chuvas, que caíram sobre o Rio de Janeiro, o Carrefour adotou várias medidas no sentido de ajudar a comunidade fluminense a minimizar os efeitos dessa situação dramática. A empresa doará o total de R$ 500 mil em alimentos. Esse total é equivalente a 130 toneladas de produtos ou a 11 mil cestas básicas, a serem entregues às famílias das cidades do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo.
A empresa também promoverá uma campanha para arrecadação dos produtos de primeira necessidade e colocará todas as suas lojas da rede nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo como postos de arrecadação a partir do dia 9 de abril.
A atuação do Grupo está sendo feita de forma coordenada com a Defesa Civil, a Cruz Vermelha e a Secretaria de Assistência Social do Rio de Janeiro para que seja garantida a distribuição das cestas e doações às comunidades afetadas. Os diretores-executivos que atuam em São Paulo, na matriz da companhia, estão se revezando para acompanhar pessoalmente as ações nas cidades atingidas. As doações podem ser entregues no horário de funcionamento das lojas.
Rede Comunicação de Resultado / Flávia Rios
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A Associação Paulista de Medicina (APM) realiza, no dia 14 de abril, o 2º Fórum Regional de Defesa da Saúde e Valorização do Médico. O encontro será na cidade de Bauru, na sede da Regional, às 19h.
O objetivo é incentivar a participação dos profissionais do interior do Estado nas principais discussões da classe e elucidar os direitos e deveres dos médicos, para que possam trabalhar de forma mais segura e qualificada. Além disso, fóruns como esse devem ser o início de uma mobilização estadual para reivindicar melhores condições de trabalho e remuneração.
Participarão dos debates diversos representantes das diretorias da APM e da Regional. O presidente da entidade, Jorge Carlos Machado Curi, falará sobre carreira de estado e apresentará os serviços da APM. O médico, ex-presidente da Associação Médica Brasileira e deputado federal Eleuses Paiva fará palestra sobre a Frente Parlamentar da Saúde e as ações no Congresso Nacional. Serão discutidos, ainda, temas referentes ao mercado de trabalho, defesa profissional e assessoria jurídica (veja abaixo a programação completa).
As inscrições são gratuitas para associados e não-associados da APM e devem ser feitas pelo site www.apm.org.br/forumdefesadasaude ou por fax: (14) 3234-7852. As vagas são limitadas.
Mais informações:
Associação Paulista de Medicina – Regional Bauru
Rua Amadeu Sangiovani, 4-47, Bauru – SP
Tel: (14) 3226-5005
Fax: (14) 3234-7852
E-mail: secretaria@apmbauru.org.br
Site: www.apmbauru.org.br
Associação Paulista de Medicina
Av. Brigadeiro Luís Antônio, 278, São Paulo/SP
Tel.: (11) 3188-4203
E-mail: presidencia@apm.org.br
Site: www.apm.org.br
Programação
Carreira de estado
Apresentação dos serviços da APM
Dr. Jorge Carlos Machado Curi
Presidente da Associação Paulista de Medicina
Frente da Saúde e ações no Congresso Nacional
Dr. Eleuses Paiva
Médico e Deputado Federal
Perspectivas Atuais do Trabalho Médico
Dr. Ruy Tanigawa
Secretário Geral da APM
Defesa profissional para o médico
Dr. Tomás Patrício Smith-Howard
Diretor de Defesa Profissional da APM - São Paulo
Assessoria jurídica da APM para os associados
Dr. Roberto Augusto de Carvalho Campos
Assessor Jurídico da APM
Coquetel de encerramento
Acontece Comunicação e Notícias
www.acontecenoticias.com.br
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De parceria com a Defesa Civil, a Legião da Boa Vontade (LBV) está mobilizando a população a fim de angariar doações para o socorro às vítimas das chuvas nas cidades de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Rio de Janeiro. Para isso, colocou à disposição suas unidades de atendimento no Estado e no município de São Paulo/SP.
Os itens de maior necessidade são alimentos não perecíveis, água potável, colchonetes, roupas, calçados, além de produtos de higiene e de limpeza. A Defesa Civil que fará a distribuição às vítimas de todo o material arrecadado.
Nesta sexta-feira (9), uma equipe de voluntários da LBV esteve na Escola Estadual Machado de Assis, prestando atendimento a famílias dos Morros do Céu e do Bumba abrigadas no local e levando doações de roupas de cama, cestas básicas, material de higiene, colchonetes e fraldas descartáveis.
A LBV solicita a todos os interessados em contribuir para a campanha ou que desejam tornar-se voluntários nessa ação solidária, que se dirijam a um dos seguintes endereços:
Rio de Janeiro
Av. Dom Hélder Câmara, 3.059 — Del Castilho
Tel.: (21) 2501-0247
Belford Roxo
Rua Retiro da Imprensa, 467 — Centro
Tel.: (21) 2761-0769
Cabo Frio
Av. Joaquim Nogueira, 772 — São Cristóvão
Tel.: (22) 2648-9000
Maricá
Av. Francisco Sabino da Costa, 259 — Centro
Tel.: (21) 2634-2027
Niterói
Alameda São Boaventura, 474 — Fonseca
Tel.: (21) 2613-8282
Nova Friburgo
Rua Júlio Antônio Thuler, 4 — Olaria
Tel.: (22) 2522-5078
Petrópolis
Rua Luiz Pellegrini, 128 — Cascatinha
Tel.: (24) 2233-1400
São Gonçalo
Rua Coronel Moreira César, 160 — Zé Garoto
Tel.: (21) 2605-6359
Volta Redonda
Av. Nossa Senhora do Amparo, 5.079 — Santa Rita do Zarur
Tel.: (24) 3346-7150
São Paulo
Av. Rudge, 700 — Bom Retiro
Tel.: (11) 3225-4500
Quem desejar colaborar em espécie pode fazê-lo depositando qualquer valor na conta corrente 12580-6, agência 0799-4, do Banco Bradesco. Os donativos serão utilizados para a compra de alimentos e água potável.
Outras informações podem ser obtidas pelo tel. (21) 2216-7824 ou no site www.lbv.org.br.
O repertório dos shows inclui músicas de artistas, como Lenine e Margareth Menezes, que participaram do movimento em apoio à causa dos tartarugas, criando novas letras e musicando canções compostas por pescadores e moradores de pequenas comunidades.
O trabalho da equipe do Projeto Tamar rendeu ótimos resultados na base da Praia do Forte: em três décadas, a população de tartarugas aumentou sete vezes – de 200 para 1.400 tartarugas. "A partir de agora estamos lidando com a segunda geração de tartarugas protegidas pelo Tamar. Hoje as crianças cresceram e tiveram seus filhos", comemora Guy Marcovaldi, coordenador nacional do Projeto Tamar. E conclui: "Se não tivéssemos interferido nessa população, a maioria das praias não teria mais essas cinco espécies de tartarugas".
O Tamar protege cerca de 1.100 km de praias, com 23 bases mantidas em áreas de alimentação, desova, crescimento e descanso desses animais, no litoral e ilhas oceânicas. Ao todo, atua em nove estados. Patrocinado pela Petrobras há 28 anos, o Projeto é coordenado pelo ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade em cooperação com a Fundação Pró-Tamar.
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Brasília 9 de abril de 2010 - Entre 9 e 14 de abril, o ministro da Cultura Juca Ferreira cumpre agenda oficial no Equador. Enquanto Presidente do Comitê do Patrimônio Mundial, participa de visita às Ilhas Galápagos, até 11 de abril, junto à UNESCO e ao governo equatoriano. Em 2007, o arquipélago foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo e, neste ano, poderá ser retirado da lista, se assim decidir o Comitê em sua próxima reunião, marcada para 25 de julho, em Brasília. O evento envolverá mais de 180 países, que irão discutir as novas candidaturas à Lista do Patrimônio Mundial e o estado de conservação e de risco dos bens já registrados. O Ministro Juca Ferreira vai conhecer os trabalhos de preservação desenvolvidos na região junto a representantes e técnicos da UNESCO e dos Ministérios do Meio Ambiente do Brasil e do Equador.
Nos dias 12 e 13 de abril, o ministro cumpre agenda em Quito, onde participa do XVII Fórum de Ministros de Cultura e Responsáveis de Políticas Culturais da América Latina e Caribe, no Ministério de Relações Exteriores, Comércio e Integração do Equador. O encontro deverá reunir ministros e dirigentes de 33 países para tratar de mecanismos de integração e cooperação cultural e para discutir políticas comuns de promoção à diversidade e ao desenvolvimento cultural do bloco.
Dentre as pautas a serem debatidas na reunião, estão a Mostra Itinerante de Cinema do Caribe, a criação do Museu Virtual da América Latina e Caribe e do Museu do Carnaval das Américas, assim como o Programa de Capacitação sobre Patrimônio Mundial para o Caribe, dentre outras.
Na manhã do dia 14 de abril, o ministro Juca Ferreira assina protocolo de intenções junto ao seu homólogo, Ramiro Noriega Fernandez, que prevê novas ações bilaterais de cooperação e intercâmbio cultural. Em 2007, foi firmado Programa Executivo Cultural entre os dois países, pelo ex-ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, e o então ministro da Cultura do Equador, Antonio Preciado. Ainda no campo bilateral, também serão discutidas políticas culturais afrolatinas, que darão continuidade aos trabalhos desenvolvidos pela Fundação Cultural Palmares junto ao governo equatoriano nos últimos dois anos. Também serão tratadas ações de intercâmbio em reabilitação de sítios históricos urbanos e políticas de preservação do patrimônio imaterial, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.
Ainda no dia 14, às 9hs, no Swissôtel, o ministro participa da primeira reunião de Ministros do Conselho Sul-Americano de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação da União de Nações Sulamericanas – UNASUL. Criada em 1969, a UNASUL reúne atualmente 11 países sul-americanos (Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, México e Panamá) para tratar de políticas transversais do bloco.
Imprensa do MinC
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Evento, realizado pelo Funbio em parceria com o Instituto Arapyaú, apresenta estudo e propostas para o setor
Brasília, abril de 2010 - O Funbio – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, em parceria com o Instituto Arapyaú, realiza no dia 13 de abril, em Brasília, o Seminário FOCUS Visão Brasil com o tema "Caminhos para o Agronegócio sustentável". O evento tem o objetivo de debater propostas para o futuro do setor do agronegócio em congruência com as necessidades econômicas, sociais e ambientais do País.
O seminário será aberto com a apresentação dos resultados do Estudo FOCUS I Visão Brasil, por Sergio Schlesinger, consultor responsável pela pesquisa feita pelo Funbio sobre agronegócio. O trabalho tem como principal diferencial a análise integrada dos setores de cana, pecuária, soja e florestas plantadas – os principais em termos de ocupação territorial e nas exportações agropecuárias. Na sequência, quatro mesas simultâneas discutem esses setores. Entre os debatedores estão representantes do Ibase, Fibria, Greenpeace, Instituto Bioatlântica, Única e Walmart.
O bate-papo "O Futuro do Código Florestal em face a Sustentabilidade do Agronegócio" encerra o seminário com a presença da Senadora Marina Silva (PV-AC); André Lima (IPAM) e Christopher Wells, superintendente de risco ambiental do Banco Santander.
Programação
9h30 às 11h
FOCUS I VISÃO BRASIL
Sergio Schlesinger – Autor principal das análises do FOCUS – Apresentação dos resultados e recomendações gerais. Discussão em plenária.
11h às 11h30 - Intervalo para café
11h30 às 13h – Mesas de Discussão Simultâneas Por Setor
MESA 1: Florestas Plantadas
João Augusti – Gerente de Meio Ambiente Florestal da Fibria
Beto Mesquita – Diretor Executivo do Instituto Bioatlântica (Ibio)
Roberto Waack – Presidente da Amata Brasil
Moderador: Manoel Serrão, Funbio
MESA 2: Pecuária
Márcio Astrini – Coordenador da Campanha Amazônia do Greenpeace
Yuri Feres – Gerente de Sustentabilidade do Walmart Brasil
Luciana Vacari – Superintendente da Acrimat
Moderador: Roberto Smeraldi, Amigos da Terra
MESA 3: Cana de açúcar
Daniel Lobo – Assessor de Responsabilidade Ambiental Corporativa da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Única)
Artur Iabe Milanez – Diretor de Departamento de Biocombustíveis do BNDES
Cássio Franco Moreira – Coordenador do Programa de Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil
Moderador: Ângelo Santos, Funbio
MESA 4: SOJA
Karin Kaechele – Coordenadora Adjunta do Instituto Centro de Vida (ICV)
João Shimada – Supervisor de Meio Ambiente do Grupo Maggi
João Flávio Veloso – Chefe Geral da Embrapa – MT
Moderador: Sergio Schlesinger, autor Focurs I Visão Brasil
13h às 15h – almoço
15h às 15h20 – Relatoria da manhã (Coordenadora do Focus I Visão Brasil Daniela Lerda, Funbio)
15h20 às 16h30
MESA REDONDA – O Futuro do Código Florestal em Face à Sustentabilidade do Agronegócio
Luis Fernando Laranja – Moderador – Diretor Executivo da Ouro Verde Agroflorestal (Grupo Orsa)
Marina Silva – Senadora (PV-AC)
André Lima – Coordenador de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam)
Chistopher Wells – Superintendente de Risco Socioambiental do Grupo Santander Brasil
16h30 às 18h – Discussão e Encerramento – com participação da platéia
Serviço:
Seminário: "Caminhos para o Agronegócio sustentável"
Quando: 13/04/2010
Local: Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada
Endereço: SHTN 01, Trecho 01, cj 1B – Bloco C, Brasília - DF
Horário: Das 8h30 às 18h00.
Leonardo Stavale
GWA Comunicação Integrada
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Antonio Carlos Porto Araujo *
A tragédia é como uma máquina de fazer relevância. A mais recente do País desenterrou milhares de toneladas de lixo do Morro do Bumba, representando o caos dominante na disposição final de resíduos sólidos no Brasil. Nesse momento de dor perplexa torna-se relevante observar que todo o Estado do Rio de Janeiro, com sua composição de relevo montanhoso, é carente de alternativas ambientalmente corretas, e os eventos com mortes são consequências disso.
Com quase uma centena de municípios, somente dois possuem aterros sanitários licenciados. Essa irresponsabilidade social e sanitária agrava-se com uma tremenda falta de monitoramento ambiental, indispensável ao compromisso com um mundo melhor.
Não há o esgotamento sanitário minimamente satisfatório. Em várias localidades ainda é feito através de valas; o abastecimento de água não é universalizado; a coleta de lixo só atende cerca de 60% da população; existência de inúmeros vazadouros de lixo (lixões) etc. Além disso, os lixões encerrados por falta de capacidade não deveriam conter qualquer tipo de construção habitacional, por evidente falta de estrutura.
A determinação da intensidade de precipitação é importante para o controle de inundação e a erosão do solo. Por sua capacidade de produzir escoamento, a chuva é o tipo de precipitação mais importante para a hidrologia. O que se viu nesse desastre foi a reiterada conduta de se ignorar esse princípio básico e, com isso, imprudentemente, assistir a construção de habitações literalmente sobre lixo.
O Brasil e o mundo assistem ao mais intenso paradoxo – onde não cabia mais lixo, construíram-se lares...
Os grandes centros urbanos produzem resíduos com elevados teores de matéria orgânica e o clima tropical e subtropical típico do País fornece condições favoráveis à produção de metano. Além de alto potencial de contribuição para o efeito estufa de aquecimento global, este gás possui propriedades combustíveis.
A questão dos resíduos sólidos no Brasil tem sido tema de debates na sociedade, a partir de vários levantamentos da situação atual brasileira e perspectivas para o setor.
De uma forma geral, este assunto, principalmente nos últimos anos, permeou por várias áreas do conhecimento, desde o saneamento básico, meio ambiente, inserção social e econômica dos processos de triagem e reciclagem dos materiais, e mais recentemente, ainda de forma incipiente, o aproveitamento energético dos gases provenientes dos aterros sanitários.
Mas os amplos debatem são dilacerados pela cruel realidade de que predominantemente a disposição final de resíduos se dá no lixão, que é uma forma absolutamente inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se caracteriza pela simples descarga sobre o solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública. O mesmo que descarga de resíduos a céu aberto ou vazadouro.
Nos lixões não há controle na entrada dos resíduos, podendo ser lançado qualquer tipo de material, inclusive químicos e infectantes.
Em todo País são produzidas mais de 130 mil toneladas diárias de lixo, sendo que 68,5% dos resíduos sólidos das grandes cidades são despejados em lixões e alagados a céu aberto, contaminando as fontes de águas superficiais e subterrâneas, o solo e o ar. Quanto aos resíduos industriais perigosos, estimativas indicam que dos 3,1 milhões de toneladas geradas por ano no País, apenas 650 mil recebem tratamento adequado. Os 78% restantes são despejados indevida e irregularmente em lixões, sem qualquer tratamento preliminar, gerando nesse início de século XXI um passivo ambiental da ordem de R$ 10 bilhões.
Esses dados desencadeiam um grande problema, porque são poucos os municípios no Brasil que dispõe de um aterro sanitário construído segundo normas técnicas recomendadas pelas agencias ambientais. A maioria dos municípios brasileiros utiliza-se de buracos cavados no solo, "lixões", sem qualquer tipo de isolamento, onde os resíduos municipais são jogados.
A responsabilidade pela coleta e disposição final dos resíduos domiciliares urbanos é da municipalidade, que alegam insuficiência de recursos financeiros para adequação dos meios de tratamento e disposição final do lixo. Sabe-se, porém que entre as diversas opções para o equacionamento desse problema há a tecnologia preconizada pelo chamado crédito de carbono, um dos mecanismos de flexibilização previstos no MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), dentro do Protocolo de Kyoto.
No próprio Estado do Rio de Janeiro há um dos exemplos mais emblemáticos da correta destinação para os resíduos, especificamente no município de Nova Iguaçu.
Apesar de argumentos críticos em relação a esse "direito de poluir", o cerne desse mecanismo pode transferir tecnologia de cuidados ambientais e monitoramento de emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa), dentre eles o metano produzido pela decomposição da matéria orgânica encontrada nos lixões.
A ideia é que os países que acharem o custo de reduzir emissões no próprio país particularmente alto possam pagar por cortes nas emissões em outros lugares, com custos menores. A eficiência econômica global de reduzir emissões é aumentada enquanto ainda está sendo atingida a meta geral de redução.
O interesse na compra dos créditos de carbono reside na diferença de custos de redução de emissões que existem nos diversos países através de processos desenvolvidos em suas instalações que podem alcançar valores superiores a US$ 500 por tonelada de carbono e os custos de redução de emissões em desenvolvimento, que podem variar de US$ 10 a US$ 40 por tonelada de CO2.
Com base nesta diferença de preços, o ganho com o MDL é bastante significativo, pois permite a entrada de recursos de países estrangeiros gerando empregos e investimentos na área de saneamento, saúde e outros.
Tais recursos não são financiamentos que têm que ser amortizados; são receitas efetivas de operação de venda, isto é, os países desenvolvidos pagam pela qualidade ambiental futura. É uma eficiente forma de transferência de recursos de países ricos para países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo promove a melhoria da qualidade ambiental pela utilização de tecnologias limpas e a modernização das atividades produtivas.
Em aterros sanitários ou lixões, o gás gerado pela decomposição da matéria orgânica presente no lixo normalmente vai diretamente para a atmosfera. O gás de aterro, ou biogás, é composto por aproximadamente 55% de metano (CH4). O poder de aquecimento global do metano é 21 vezes maior que do gás carbônico.
Desta forma, cada tonelada de metano emitido para a atmosfera, equivale ao lançamento de 21 toneladas de gás carbônico. Como o gás de aterro tem um grande potencial de geração de efeito estufa, caso ele consiga ser drenado, canalizado e encaminhado para tratamento específico, haverá uma minimização de emissão de gases de efeito estufa. O que deixou de ser lançado na atmosfera pode ser negociado como "créditos de carbono" ou "emissões reduzidas de carbono".
Essa ótica sobre o problema abarca somente uma visão do prisma, mas deveria fazer com que passos ambientalmente corretos e socialmente justos sejam implantados na questão de urbanismo no Brasil, sobretudo nos grandes centros urbanos onde a percepção de déficit habitacional é mais pronunciada.
* Antonio Carlos Porto Araujo é consultor de sustentabilidade da Trevisan.
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· Promoção mostrará ao público as diversas aplicações pós consumo das embalagens Tetra Pak
· Ação beneficiará cooperativas, gerando renda para catadores
Carrefour, Coca-Cola Brasil, Tetra Pak e Instituto Akatu se unem em uma promoção inovadora para estimular o consumo consciente. A partir do dia 12 de abril, por três meses, os consumidores que levarem as embalagens Tetra Pak de sucos Del Valle a uma das 10 lojas do Carrefour que participam da ação em São Paulo receberão R$ 0,30 de desconto na compra de um outro suco Del Valle. Todas as embalagens coletadas serão doadas, beneficiando diretamente cooperativas e gerando renda para os catadores.
Além de estimular o engajamento da sociedade no processo de coleta seletiva e reciclagem, o esforço reforçará para o público o valor das embalagens no retorno à cadeia produtiva. Em cada loja, haverá ainda a demonstração do processo de reciclagem, feita pela Tetra Pak.
"Acreditamos na força da cooperação entre indústria, fornecedores, organizações da sociedade civil e consumidores para alavancar ainda mais os índices de reciclagem no Brasil, que atualmente já ocupa posição de destaque no cenário mundial", afirma Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu.
Segundo José Borda, Gerente Geral de Clientes e Liderança Comercial da Coca-Cola Brasil, "A marca Del Valle, como líder da categoria de sucos, tem o papel de fomentar um ciclo perfeito de aproveitamento dos resíduos, de maneira que, processados adequadamente, retornem à cadeia produtiva como insumos, protegendo o meio ambiente".
Para Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour, "a iniciativa é mais uma importante contribuição para estimular a reciclagem de resíduos sólidos pela população e se soma às diversas ações que a rede já realiza na área, focadas na promoção de um consumo mais consciente e sustentável".
Lojas Carrefour participantes:
1) Pinheiros
2) Pamplona
3) Morumbi
4) São Vicente
5) Santos
6) Santos Praiamar
7) Cambuci Lion
8) Campinas D. Pedro
9) Piracicaba
10) Campinas Dunlop
www.carrefour.com.br
www.rotadareciclagem.com.br
www.institutococacola.org.br
www.cocacolabrasil.com.br.
Textual Serviços de Comunicação
Renata Bern
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Em 7 de abril, foi publicado no Diário Oficial da União que um curso de Medicina foi fechado e outros oito terão de reduzir as vagas oferecidas. No total, serão eliminadas 570 vagas por ano. A determinação teve como base os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2007 e a avaliação feita por uma comissão de especialistas do Ministério da Educação (MEC). No Brasil, há 181 escolas médicas que formam um contingente de profissionais maior do que o sistema de saúde comporta. A Associação Médica Brasileira louva os esforços no sentido de corrigir graves distorções que ocorreram ao longo do tempo.
É necessário dar um basta nesse estado de coisas. Em iniciativa corajosa, o atual Ministro da Educação, Fernando Haddad, criou uma comissão, ligada à Secretaria de Educação Superior (Sesu), presidida por Maria Paula Dallari Bucci. A comissão, coordenada pelo professor Adib Jatene, tem como objetivo analisar e propor soluções para este grave problema. A equipe debruçou-se sobre as insuficiências evidenciadas pelos processos avaliatórios recentes, confirmando a necessidade de enérgicas intervenções.
É imperioso que a sociedade brasileira se mobilize em apoio a iniciativas desse tipo, pois o interesse e as pressões da indústria do ensino superior no Brasil tendem a anular ações moralizadoras dessa natureza.
José Luiz Gomes do Amaral
Presidente da Associação Médica Brasileira
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