Mostrando postagens com marcador fapesp. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fapesp. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de julho de 2016

Óleo para o biodiesel

Um decreto presidencial de abril deste ano elevou a porcentagem da adição de biodiesel no diesel, que passará de 7% para 8% até 2017 e chegará a 10% em 2019. No ano passado, o país produziu 3,9 bilhões de litros de biodiesel – um crescimento de 15% em relação a 2014 –, ficando em segundo lugar no mundo, atrás dos Estados Unidos e na frente da Alemanha e da Argentina.

Com o futuro aumento da produção do biocombustível, várias alternativas de matérias-primas deverão ser utilizadas (Foto: Palmeira de macaúba/Léo Ramos/Revista Pesquisa FAPESP)

A demanda esperada para 2020 é de 7 bilhões de litros. Em 2015, 76,5% do biodiesel no Brasil foi feito com soja, 19,4% com gordura animal, 2% com algodão e mais 2,4% com outros tipos de matérias-primas, como óleo de cozinha usado, dendê, entre outros. A produção desse biocombustível se dá por meio de um processo químico chamado de transesterificação, em que é misturado um óleo vegetal ou gordura de origem animal ao metanol, um álcool extraído do gás natural, e mais um catalisador, uma substância química. Para cada mil litros de óleo são necessários 300 litros de metanol.

O aumento da participação do biodiesel no diesel vai estimular a demanda por matérias-primas para o fabrico do óleo vegetal. As opções são muitas. A mais recente, que é objeto de estudo de várias instituições de pesquisa brasileiras, é o óleo do fruto da macaúba, uma palmeira encontrada em quase todo o Brasil, do norte de Minas Gerais até o norte da Argentina. Ela é a mais nova promessa para a produção de biodiesel. O que atrai na planta é a quantidade de óleo que essa cultura sem nenhum melhoramento agronômico produz num espaço de 10 mil metros quadrados ou 1 hectare (ha): até 4 mil litros (l). A título de comparação, a soja rende 500 l/ha.

A FAPESP apoia três projetos de Pesquisas sobre o óleo de macaúba: o estudo da estrutura genética da macaúba; a análise da diversidade genética da espécie para seleção de plantas matrizes; e um Projeto Temático envolvendo a produção de mudas comerciais visando ao biodiesel.

“A macaúba será extremamente importante para o futuro do biodiesel em alguns anos. É a cara do Brasil porque é uma planta nativa que está sendo muito pesquisada e em pouco tempo vai ganhar mercado”, comenta Donizete Tokarski, diretor superintendente da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), que reúne os produtores. Ele garante que, com a capacidade industrial atual, é possível aumentar a oferta de biodiesel aos poucos, até atingir os 15% na composição com o diesel. Isso é possível porque quase toda a matéria-prima para o biodiesel é de subprodutos, como óleo de soja, gordura animal e óleo do caroço do algodão. Existe ainda o óleo de fritura, por exemplo, segundo Tokarski, uma fonte quase inexplorada. Dependendo da região, compra-se o litro por valores que vão de R$ 0,40/l a R$ 1,80/l.


Marcos Oliveira | Revista Pesquisa FAPESP

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Telescópio brasileiro para observação do Sol

A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou com êxito, no dia 18 de janeiro, um balão estratosférico que transporta dois equipamentos científicos voltados a estudar o Sol. O lançamento foi feito em McMurdo, base dos Estados Unidos na Antártica. 

Instrumento científico transportado por balão estratosférico realiza voo de circum-navegação na Antártica com o objetivo de captar a energia que emana das explosões solares em frequências inéditas (ilustração: Nasa)

Um dos equipamentos é o Solar-T: um telescópio fotométrico duplo, projetado e construído no Brasil por pesquisadores do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em colaboração com colegas do Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O outro equipamento é o experimento de raios X e gama GRIPS (sigla em inglês de Gamma-ray Imager / Polarimeter for Solar Flares), da University of California em Berkeley, nos Estados Unidos, no qual o Solar-T foi acoplado.

Desenvolvido com apoio da FAPESP, por meio de um Projeto Temático e de um Auxílio à Pesquisa-Regular, o Solar-T é o primeiro instrumento científico do gênero construído no país, após 15 anos de pesquisa e desenvolvimento.

Além da FAPESP, o projeto contou com recursos do Fundo Mackenzie de Pesquisa (MackPesquisa), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Nasa, do AFOSR (sigla em inglês de Air Force Office of Scientific Research), dos Estados Unidos, e do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet), da Argentina.

“O desenvolvimento do Solar-T representa uma oportunidade de qualificação brasileira em tecnologia espacial avançada que pode dar origem a novos projetos em satélites, por exemplo, e contribuições para a Estação Espacial Internacional”, disse Pierre Kaufmann, pesquisador do CRAAM e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

“Estamos desenvolvendo um projeto em colaboração com o Instituto Lebedev de Moscou para instalar telescópios de detecção de frequências em terahertz na Estação Espacial Internacional, e o sucesso da missão do Solar-T é uma condição necessária para qualificarmos a tecnologia que desenvolvemos”, afirmou.

O balão estratosférico transportando o Solar-T e o GRIPS – que juntos pesam mais de 3 toneladas – está voando a uma altitude de 40 mil metros e circum-navegará a Antártica por um período entre 20 e 30 dias.

Enquanto sobrevoar o continente gelado, o Solar-T deverá captar a energia que emana das explosões solares em duas frequências inéditas, de 3 e 7 terahertz (THz), que correspondem a uma fração da radiação infravermelha distante.

Situada no espectro eletromagnético entre a luz visível e as ondas de rádio, essa faixa de radiação permite observar mais facilmente a ocorrência de explosões associadas aos campos magnéticos das regiões ativas do Sol, que muitas vezes lançam em direção à Terra jatos de partículas de carga negativa (elétrons) aceleradas a grandes velocidades.

Nas proximidades do planeta, essas partículas atrapalham o funcionamento de satélites de telecomunicações e de GPS e produzem as auroras austrais e boreais.

A radiação das explosões nessa faixa do infravermelho distante também torna possível uma nova abordagem para investigar fenômenos que produzem energia em regiões ativas que ficam entre a superfície do Sol, a fotosfera, onde a temperatura não passa dos 5,7 mil graus, e as camadas superiores e mais quentes: a cromosfera, onde as temperaturas alcançam 20 mil graus, e a coroa, que está a mais de 1 milhão de graus (leia mais).

“Essas frequências de 3 e 7 terahertz são impossíveis de serem medidas a partir do nível do solo porque são bloqueadas pela atmosfera. É necessário ir para o espaço para medi-las”, disse Kaufmann.

Para fazer as medições, o Solar-T conta com um aparato composto por dois fotômetros (medidores de intensidade de fótons), coletores e filtros para bloquear radiações de frequências indesejáveis (infravermelho próximo e luz visível), que poderiam mascarar o fenômeno, e selecionar as frequências de 3 e 7 terahertz (leia mais).

Os dados coletados pelo telescópio fotométrico são armazenados em dois computadores a bordo do equipamento e transmitidos compactados à Terra, por meio de um sistema de telemetria, valendo-se da rede de satélites Iridium. Os dados transmitidos à Terra são gravados em dois computadores no CRAMM.

“A transmissão dos dados obtidos pelo Solar-T para a Terra garante a obtenção das informações coletadas caso não seja possível recuperar os computadores a bordo do equipamento, porque as chances são muito baixas”, afirmou Kaufmann. “A Antártica é maior do que o Brasil, tem pouquíssimos lugares de acesso e não há como controlar o lugar onde o balão deve cair.”

De acordo com o pesquisador, os dois fotômetros THz, os computadores de dados e o sistema de telemetria do Solar-T estão funcionando normalmente, alimentados por duas baterias carregadas com energia capturada por painéis solares.

Logo após o rastreador de explosões solares ter sido acionado, no dia seguinte ao do lançamento do balão estratosférico, o equipamento já começou a enviar dados para a Terra.

Os dados terão que ter precisão de apontamento e rastreio do Sol de mais ou menos meio grau. Esse nível de precisão deverá ser assegurado por um sistema automático de apontamento e rastreio do GRIPS, com o qual o Solar-T está alinhado.

“Por enquanto, ainda não houve nenhuma grande explosão solar captada pelo Solar-T. Mas, caso ocorra, o equipamento poderá detectá-la e enviar os dados para analisarmos”, disse Kaufmann.

Série de tentativas

O balão estratosférico foi lançado com sucesso pela equipe da Nasa após sete tentativas frustradas, iniciadas em dezembro de 2015.

As tentativas anteriores falharam porque na hora do lançamento mudaram as condições de vento no solo, na atmosfera superior e na estratosfera (a 50 quilômetros do solo).

A combinação das condições meteorológicas de solo e a média e alta altitude é crítica e muito difícil de ser determinada pelos sistemas de previsão de tempo, explicou Kaufmann.

“Como a operação de lançamento é muito cara, envolve dezenas de pessoas, veículos e, eventualmente, até aviões, a margem de risco tem que ser mínima”, disse.

“Não tivemos que pagar nada pela missão porque fomos convidados pelo grupo de pesquisadores do experimento GRIPS a participar do projeto após apresentarmos o Solar-T em uma conferência internacional. Estávamos à procura de um lançador para o telescópio e tínhamos até um projeto de ter um lançador próprio.”

Segundo o pesquisador, o custo da realização de experimentos espaciais, como o Solar-T, com balões estratosféricos é muito menor em comparação ao uso de satélites.

Algumas das razões pelas quais o balão estratosférico foi lançado agora é porque a circulação estratosférica de vento – o chamado vórtex – em volta do Polo Sul é favorável nessa época do ano. Além disso, o Sol também nunca se põe no Polo Sul nesse período do ano.

Dessa forma, é possível coletar ininterruptamente a luz emitida pelo Sol. “Mesmo agora, em que o Sol está em uma fase de queda de ciclo, a chance de detectar uma explosão razoável, observando por 24 horas diariamente e em um período entre 20 e 30 dias em que o Solar-T ficará na estratosfera, é muito boa”, avaliou Kaufmann.

Na avaliação do pesquisador, se o lançamento do Solar-T não fosse feito agora dificilmente seria possível realizá-lo no ano que vem, quando o ciclo de explosões solares deve cair ainda mais.

“Já estávamos nos aproximando da chamada ‘janela do verão’ [quando o Sol se põe no Polo Sul]. Seria muito difícil convencer a Nasa a investir em uma nova missão”, estimou.

A navegação do balão estratosférico transportando experimento GRIPS com Solar-T – denominado de voo NASA 668N – pode ser acompanhada pelo site www.csbf.nasa.gov/map/balloon8/flight668N.htm .

Elton Alisson | Agência FAPESP

sábado, 31 de janeiro de 2015

Vidros e vitrocerâmicas são temas de Escola São Paulo de Ciência Avançada

O Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros (Cepiv), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP, está selecionando alunos de mestrado e doutorado brasileiros e estrangeiros para participar da Advanced School on Glasses and Glass-Ceramics (G&GC São Carlos), que ocorrerá em São Carlos (SP) entre 1º e 9 de agosto.

Inscrições para evento na UFSCar podem ser feitas até 7 de fevereiro (foto: Vladimir Fokin)

O evento ocorrerá no âmbito da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA), modalidade de apoio da FAPESP, e será realizado em parceria com o Departamento de Engenharia de Materiais, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) .

Serão selecionados até 100 estudantes de mestrado e doutorado – 50 brasileiros e 50 estrangeiros – que estejam realizando pesquisas na área de vidros e vitrocerâmicas.

Todas as despesas com viagens internacionais, assim como de hotéis, incluindo café da manhã e almoço em São Carlos, serão cobertas. Estudantes brasileiros que precisarem viajar para a cidade também terão os gastos cobertos.

As aulas teóricas e práticas serão ministradas pelos pesquisadores mais graduados do Cepiv e por professores convidados, com experiência internacional.

Processos de relaxação, cristalização, estrutura molecular e processos dinâmicos de vidros e vitrocerâmicas estarão entre os temas abordados por aulas e seminários.

Os participantes também poderão visitar laboratórios da UFSCar, do campus da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Os interessados devem enviar carta de intenção, currículo e declaração oficial da universidade comprovando a matrícula em um programa de pós-graduação no momento da inscrição. Uma carta de recomendação deve ser enviada diretamente do orientador para os e-mails dedz@ufscar.br, ligia.diniz91@gmail.com e o.lucas.lima@gmail.com.

Dúvidas sobre o evento podem ser esclarecidas com os professores:
Edgar Zanotto (dedz@ufscar.br)
Marcello Andreeta (andreeta@ufscar.br) e
Hellmut Eckert (eckert@ifsc.usp.br). 


Agência FAPESP

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

FAPESP está entre as maiores em registro de patentes no Brasil, aponta estudo

De 2003 a 2012, a FAPESP registrou 140 patentes, número que a coloca na sexta posição entre as dez maiores organizações brasileiras por volume de invenções.

Relatório da Thomson Reuters traça panorama sobre cenário brasileiro em inovação tecnológica e produção científica | FAPESP

É o que indica o relatório Brasil – Atuais desafios e tendências da inovação, resultado de um estudo feito pela empresa provedora de informação Thomson Reuters e divulgado na terça-feira (17/09), durante o Workshop Propriedade Intelectual e Inovação: O Impacto no Crescimento do Brasil – evento promovido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), pela Thomson Reuters e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

A pesquisa também listou os maiores detentores de patentes para o ano específico de 2011, quando a FAPESP obteve 38 registros, o quarto maior volume do país.

“Ambas as colocações refletem o crescimento do apoio a pequenas empresas inovadoras do Estado de São Paulo, por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE)”, disse Sérgio Robles Reis de Queiroz, coordenador adjunto de Pesquisa para Inovação na FAPESP.

De acordo com Queiroz, os números representam apenas uma parcela das patentes concedidas a partir de apoios da FAPESP. Isso porque a titularidade é da entidade financiadora somente quando há pagamento de bolsas aos pesquisadores – caso contrário, as próprias empresas são as titulares.

No ranking de 2011 da Thomson Reuters, as duas primeiras colocadas foram a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 51 e 42 patentes, respectivamente.

“Uma parte dos projetos que geraram essas patentes também deve ter recebido recursos da FAPESP”, disse Queiroz, fazendo referência ao Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE).

Já no ranking de 2003 a 2012, a Unicamp figura na segunda colocação (com 395 registros), atrás apenas da Petrobras (com 450 registros), e a USP aparece em terceiro lugar (com 284 registros).

“O fato de instituições públicas serem as principais patenteadoras no Brasil é revelador da fragilidade das empresas privadas em ocupar esses lugares, o que é usual em outros países do mundo”, disse Queiroz.

Sobre esse aspecto, o relatório da Thomson Reuters cita a dificuldade de criar oportunidades de mercado, ante períodos de tramitação das decisões sobre patentes de até oito anos – ou seja, uma tecnologia poderia se tornar obsoleta antes mesmo de a patente ser concedida.

O relatório aponta ainda uma tendência de crescimento na atividade inovadora brasileira. De 2003 a 2008, os pedidos de patentes nacionais aumentaram 26% (medição feita a partir dos pedidos considerados prioritários). Em 2009, houve queda para o patamar de 2003, atribuída à recessão econômica global. Desde então, os níveis voltaram a crescer, atingindo, em 2011, 12% acima do registrado em 2003.

Computadores digitais, produtos naturais, tecnologia automotiva e aparelhos eletrodomésticos estão entre as principais categorias de patentes concedidas na última década. Apesar da alta verificada, o Brasil segue bem distante, por exemplo, da China, cuja atividade de patenteamento cresceu 600% entre 2003 e 2011.

Todos os dados relativos a patentes foram obtidos a partir do banco de dados do Thomson Reuters Derwent World Patents Index (DWPISM).

Pesquisa científica

O cenário da produção científica no Brasil – outro aspecto do estudo da Thomson Reuters – foi investigado com o auxílio da base internacional Web of Knowledge.

Em 2012, os cientistas brasileiros publicaram 46.795 artigos científicos em periódicos catalogados pelo Thomson Reuters Science Citation Index, colocando o país na 14ª posição mundial (uma a menos em relação a cinco anos antes).

Entre as áreas tecnológicas com maior produção científica figuram medicina clínica, ciências de plantas e animais, ciências agrárias, química e física.

Citando o mais recente Relatório de Ciências da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), de 2010, o estudo da Thomson Reuters menciona ainda que 90% dos artigos do Brasil partiram de universidades públicas e que o número de pessoas com doutorado cresceu de 554 em 1981 para 10.711 em 2008.

Por Noêmia Lopes | Agência FAPESP

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pós-doutorado em nutrição de aves com Bolsa FAPESP

4/11/2009
Agência FAPESP – O Departamento de Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Jaboticabal, tem uma vaga em aberto para Pós-Doutorado com Bolsa FAPESP.
Podem se candidatar doutores com titulação na área de zootecnia ou medicina veterinária, que tenham experiência em nutrição de aves, mais especificamente em exigências nutricionais e modelagem.
A oportunidade está vinculada ao Projeto Temático “Modelos para estimar as exigências de lisina, metionina+cistina e treonina para aves de corte e postura”, apoiado pela Fundação.
Entre as tarefas previstas para o selecionado estão:
  • Desenvolver um projeto relacionado ao Projeto Temático;
  • Realizar estágios de pesquisa no exterior, junto à instituição dos pesquisadores colaboradores, visando ao aprendizado sobre as técnicas e programas computacionais que serão utilizados no projeto;
  • Auxiliar no desenvolvimento de novas metodologias que serão padronizadas durante os ensaios experimentais; e
  • Acompanhar atividades relacionadas ao projeto, contribuindo para o desenvolvimento e andamento adequado dos estudos realizados.
A bolsa terá duração de dois anos e os interessados deverão se candidatar até 15 de novembro de 2009.
Os documentos necessários são curriculum vitae atualizado, resumo da tese de doutorado e duas referências, todos anexados, por e-mail, à coordenadora do Projeto Temático, professora Nilva Kazue Sakomura (sakomura@fcav.unesp.br). Dúvidas ou esclarecimentos sobre a oportunidade com a coordenadora.
A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros. O valor da Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP é de R$ 4.508,10 mensais.
Outras vagas de bolsas de pós-doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.oportunidades.fapesp.br.